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O que o Luto pode me ensinar?

Perder alguém que amamos é um desafio que nos faz confrontar sentimentos profundos e, muitas vezes, avassaladores.

Diante do falecimento de alguém querido, é como se o chão tivesse sido tirado debaixo dos pés. Nos primeiros dias, a neblina da tristeza fica tão densa que mal se consegue enxergar à frente. As memórias se misturaram com a dor, criando um turbilhão de sentimentos confusos.

É verdade que a dor por si só já é difícil de carregar. Contudo, em meio a esse sofrimento, frequentemente acabamos adicionando fardos que tornam a jornada ainda mais pesada. O “e se”, por exemplo, pode ser um pensamento que nos persegue. Perguntas não respondidas e cenários hipotéticos podem nos aprisionar em uma espiral de culpa e arrependimento. A culpa se manifesta em muitas formas, e é fácil nos deixarmos levar por ela. A desistência, por sua vez, pode parecer uma opção tentadora quando a dor se torna insuportável. Porém, ao escolher esse caminho, acabamos nos distanciando ainda mais do que podemos aprender e valorizar, mesmo em meio ao sofrimento.

Essa jornada é repleta de altos e baixos, mas também oferece a oportunidade de crescer e transformar, encontrando um novo significado na vida e nas relações que serão construídas a partir desse momento.

Durante esses períodos de dor, é comum que nos fechemos, no entanto é essencial lembrar que o acolhimento pode estar logo ali, no próximo passo, no próximo ensaio e muitas vezes, desistimos de buscá-lo antes mesmo de tentar.
O luto é uma experiência profundamente pessoal e única, mas não precisa ser vivida no isolamento.

A dor do enlutado é, sem dúvida, um caminho solitário, mas ao compartilhá-la, ao permitir que outros façam parte dessa jornada, podemos encontrar um pouco de luz na escuridão. Valorizar os momentos simples da vida, mesmo aqueles que parecem insignificantes, pode ser um passo importante. E, acima de tudo, lembre-se de que não precisa enfrentar isso sozinho. A sua dor é válida, e o acolhimento é possível.

A vida tem uma maneira curiosa de nos ensinar que, mesmo diante do abismo que a perda de um ente querido apresenta, há espaço para a esperança e para o aprendizado, cada instante desse processo é uma oportunidade disfarçada.

Conversar sobre o luto, ouvir histórias e partilhar lágrimas pode se tornar um acalanto para tamanha dor. A empatia e a compaixão se tornam mais evidente em meio ao sofrimento, possibilitando criar laços inesperados que ajudam no processo do luto.

É fundamental abrir espaço para novas conexões. Procure pessoas que possam lhe escutar de verdade, que estejam dispostas a oferecer um abraço acolhedor, ou simplesmente uma palavra amiga. Às vezes, uma troca de experiências pode nos proporcionar um alívio inesperado. E lembre-se: você também pode ser essa pessoa que oferece apoio a alguém que precisa.

A dor se torna parte da história, mas não a define.
Em sua essência, ela impulsa a viver mais intensamente, a apreciar cada momento e a cultivar as memórias de quem tanto se amou.

Jordana Preti da Silva
Psicóloga – CRP 08/09999

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A morte não tem culpados

Alguém que nós muito amamos se foi. A partir daí o período do luto pode representar um desafio bastante diferente de tudo que foi vivido antes.

Dor, tristeza, saudades e dúvidas são muito comuns nesse momento. Grande parte dessas dúvidas são resultado de um enfrentamento do qual não estamos acostumados.

Nosso cérebro funciona de modo muito automatizado quando precisa solucionar um problema. Ele é eficaz em analisar o prejuízo, desvendar a causa, penalizar o responsável e reparar o dano. Mas, diferente de outras situações, a morte não é um erro, e no complexo fenômeno do luto sua forma costumeira de lidar com problemas do dia a dia será duramente testada.

Surgirão perguntas repetidas: por que? por que agora? por que assim? por que ela(ele)?
E com a falta de resposta e diante do desespero da dor, em algum momento começaremos a procurar culpados. Nos cenários mais doloridos esse sentimento poderá recair até mesmo sobre a pessoa que se foi. Essas situações serão estranhas e diante dos esforços de combater esses pensamentos a culpa poderá sorrateiramente colar-se no enlutado.

O modo de ser sorrateira é porque ela não foi convidada, não surge por intenção nossa e embora esteja muito presente não faz parte do pacote esperado para a experiência do luto. Assim encontramos um novo desafio: arcar com um persistente sentimento sobre um ato ou uma omissão que não foram praticados e que portanto é quase sempre indevido. O caráter sorrateiro da culpa indevida no luto tem causas difíceis de serem identificadas. Podemos nos sentir culpados por repetidas vezes em que fomos responsabilizados por erros alheios ou pela pressão de perfeição em nossa história de vida.

Em outra perspectiva, Jung, um célebre psiquiatra do século XX, entendia que preferimos a culpa a admitir que não somos onipotentes. Nesse sentido, podemos acreditar que teria sido possível evitar a morte caso tivéssemos feito escolhas diferentes. Pensamentos como esses são muito comuns na vivência do luto e demonstram uma tendência de nos punirmos como se fossemos oniscientes e onipotentes, como se driblar o fim fosse uma tarefa humana.

Mas a realidade é que a morte não pode produzir culpados.

Não é justo ter de suportar uma responsabilização impossível diante de um fenômeno tão inevitável como a finitude.
Apesar disso, se a culpa está presente, devemos compreender que ela surge do grande desejo de ter o ente querido de volta e tem a dor como grande propulsor, por isso deve ser acolhida junto de outras expressões de sofrimento antes de conseguir ser libertada.

Lucas Grabarski
Psicólogo – CRP 08/26331

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O luto sob o olhar das crianças

A primeira experiência de luto na infância é um momento profundamente marcante e, muitas vezes, confuso.
As perguntas que surgem refletem a inocência e a curiosidade das crianças, que tentam compreender a realidade de uma forma que faça sentido para elas.

Acolher a dor de uma criança em momentos de luto é um desafio que pode ser tão difícil quanto lidar com a própria dor que sentimos como adultos. É importante lembrar que, embora o coração esteja partido, a presença, a escuta e o acolhimento são fundamentais. Quando uma criança perde alguém próximo é natural que ela busque respostas para suas angústias. A morte é um conceito abstrato e difícil de entender, nesse momento ela vivencia a finitude da vida.
Neste processo é fundamental considerar a faixa etária e o desenvolvimento emocional da criança, pois elas não têm a mesma capacidade de verbalizar seus sentimentos e por muitas vezes essa demonstração vem através da modificação do comportamento, como regressões por exemplo, chupar o dedo, pedir mamadeira ou chupeta, medo para dormir, não gostar mais de brincar com o que antes era interessante, mudanças de apetite, irritabilidade ou até mesmo comportamentos de busca pela atenção. Algumas podem se tornar mais silenciosas e introspectivas.

A criança não consegue entender completamente o que a morte significa, morte é percebida como ausência e falta. Compreendem a morte como fenômeno temporário e que será reversível, por isso podem apresentar repetidos questionamentos sobre o ocorrido. O que sabemos e precisamos explicar é que aquela pessoa não voltará a viver.

Seja honesto e aberto com as crianças sobre seus sentimentos, pois elas percebem quando não estamos bem. Fingir ou esconder sentimentos apenas os transforma em tabu. Algumas metáforas como “virar estrelinha” e “ir morar no céu” podem ajudar na construção de uma narrativa afetiva com a criança. Porém, é preciso cuidado com expressões como “foi viajar” ou “está dormindo para sempre”. Elas podem provocar confusões de conceitos, deixando a criança com medo de dormir ou de viajar, por exemplo.

Acolher o luto de uma criança é um processo delicado e importante, precisamos familiarizar a criança com a morte, porque ela ocorrerá. Dar espaço para o que a criança está sentindo, dar segurança de que sim, a morte acontece, mas que podemos passar por isso. Permita que expressem seus sentimentos livremente, criar um ritual de despedida simples, como acender uma vela, fazer uma carta ou desenho para a pessoa que faleceu, pode ajudar a criança a se despedir e a processar a perda.

Incentive a lembrança, falar sobre boas memórias, ver fotos e compartilhar histórias sobre a pessoa que faleceu pode ajudar a criança a lembrar com carinho e não apenas com tristeza.
Trazer o tema com naturalidade diante da curiosidade da criança e por alguns momentos se permitir dizer: Não sei também.

No luto infantil, honestidade, escuta e acolhimento são as melhores ferramentas, responder às perguntas da criança de forma clara, sem eufemismos, e criar um espaço seguro para que elas possam expressar seus sentimentos é fundamental.
Livros infantis que tratam do tema da morte podem ser uma ferramenta útil para iniciar conversas e ajudar as crianças a processar suas emoções.

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O Tempo

Quantas vezes ouvimos essa palavra sem, de fato, compreender sua grandiosidade?

O tempo é como um compasso invisível, que marca, em silêncio, o ritmo da existência. Não se apressa, não retrocede. Ele apenas segue — com uma precisão implacável, mas também generosa. Como lembra Mario Sergio Cortella, “a pressa que nos consome é humana, mas o tempo tem seu próprio ritmo”. O tempo é mestre da paciência, e nós, aprendizes ansiosos.

Ele tece histórias. Algumas belas, outras duras. Ele costura nossos dias com a linha invisível da experiência. Cura feridas, revela amores, ensina lições — não pela força, mas pela constância. Como diz Leandro Karnal, “o tempo é um escultor silencioso: ele não grita, mas transforma tudo o que toca”.

A grande ilusão moderna é imaginar que podemos controlá-lo. Buscamos atalhos, vivemos no “modo acelerado”, acreditando que, ao correr, ganharemos algo a mais. Mas o tempo não aceita barganhas. Seu compasso não acelera nem atrasa.

Ele apenas nos convida a dançar com ele: passo a passo, instante a instante.

O tempo cronológico — esse que os relógios insistem em medir — é apenas uma parte da história. Existe também o tempo emocional, o tempo da alma. Aquele que voa quando estamos felizes e que se arrasta quando a dor nos visita. Ambos são reais. Ambos coexistem.

Entre começos e recomeços, seguimos embalados por essa melodia infinita que só o tempo sabe tocar. Como um rio que não cessa seu curso, o tempo nos leva, quer queiramos ou não. E, talvez, a grande sabedoria da vida não seja tentar nadar contra a corrente, mas aprender a flutuar, a respeitar a correnteza e a confiar no fluxo.

O tempo não é inimigo. Ele é o cenário onde tudo acontece. É nele que amamos, sofremos, crescemos e, por fim, nos despedimos. E o maior presente que podemos dar a nós mesmos é a consciência de que cada instante é único — irrepetível e precioso.

Por isso, da próxima vez que olhar para o relógio ou sentir a ansiedade do amanhã, lembre-se: o tempo não precisa ser vencido.
Ele precisa ser vivido.

🌿 Que essa reflexão nos ajude a viver com mais presença, sensibilidade e consciência.

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Finados 2025 | Memórias Eternas – Amor que atravessa o tempo

Ao recordar, celebramos aqueles que partiram deixando sua presença em nossa história. As lembranças vivem em nosso coração e se revelam em gestos cotidianos, são como fios invisíveis que entrelaçam o que vivemos juntos ao que seguimos carregando conosco, mostrando que não caminhamos sozinhos.

A convivência que tivemos transformou quem somos, e por isso seguimos levando em nós partes vivas daqueles que amamos. O coração guarda o que o tempo não apaga: a certeza de que o amor nunca termina. 

Neste Dia de Finados, fazemos um convite para que você viva essa transformação.
 Olhe para trás com gratidão.
 Olhe para o presente com ternura.
 Lembre-se de que, em cada passo, carregamos um pouco daqueles que amamos.
Ao acender uma vela, depositar uma flor ou simplesmente fazer uma oração, silencie o mundo exterior e ouça o coração.

 Porque o amor não conhece despedida — ele é uma memória eterna que atravessa o tempo e as gerações.


O Cemitério Vertical amplia o horário de visitação até às 19h no dia 2 de novembro para garantir que todos possam prestar suas homenagens com tranquilidade no Dia de Finados.

Horário de atendimento especial para Serviços Administrativos:
 Dias 1° (sábado) e 2 (domingo): 8h às 17h30


SERVIÇOS ESPECIAIS AO CLIENTE

Intérpretes de Libras durante todo o evento no dia 02.

Serviço de Suporte e Emergências Médicas | 7h30 às 19h

Serviço Leva e Traz – TRANSFER. | 7h30 às 20h
A partir do ponto: Av. Victor Ferreira do Amaral, esquina com o Shopping Jockey Plaza.
Início das saídas às 7h30, de hora em hora (por exemplo: 7h30/ 8h30/ 9h30… E assim por diante).

Confira abaixo a programação:

Dia 1 de novembro (sábado):

TARDE

AUDITÓRIO CENTRAL:

16h | Abertura | Missa Solene: Celebração Paróquia Santa Bertila

ÁREA EXTERNA

Dia todo

9h às 17h | Feira Social Pet: Adoção de cães em parceria com ONGs protetoras de animais.

9h às 17h | Médicos de Rua: Ação social para aferição de pressão, enfermagem, cuidados e orientação de saúde.

9h às 17h | Feira de Produtos artesanais e institucionais: Socorro aos Necessitados e Lar dos Idosos do Tarumã

9h às 17h | Feira de Artesanatos: Artistas locais com produtos artesanais

ÁREA INTERNA (blocos)

 Dia todo
Exposição Passagens do Tempo: Uma homenagem ao amor.
Realizada pelo AmorQuidário, exposição e venda de Orquídeas.

Homenagens ao som de violino.
Inscrições limitadas. Garanta sua participação antecipadamente pelo WhatsApp (41) 99199-9535 . Ou clicando aqui.

Dia 2 de novembro (domingo)

AUDITÓRIO CENTRAL

MANHÃ

8h | Missa Solene: Celebração Paróquia Santa Bertila

9h30 | Apresentação Coral Vertical

10h | Apresentação Musical: Marise Produções Musicais

11h | Missa Solene: Celebração Paróquia Santa Bertila

 TARDE

13h | Apresentação Musical | Escola de Música Musicallis

15h | Culto Ecumênico com a Apresentação do Curitiba Coral Igreja Adventista do Sétimo Dia.

17h | Missa Solene: Celebração Paróquia Santa Bertila

18h | Apresentação Coral Vertical

18h15 | Homenagem Caminho das Luzes

ÁREA EXTERNA

Dia todo

8h às 18h | Espaço Criança
Enquanto você realiza sua visita, seu filho estará seguro com nossos recreadores.

8h às 18h | Feira de Artesanatos da 3° Idade | Pastoral da Comunidade Nossa Sra. Das Dores.

9h às 17h | Feira Social Pet: Adoção de cães em parceria com ONGs protetoras de animais.

9h às 17h | Médicos de Rua: Ação social para aferição de pressão, enfermagem, cuidados e orientação de saúde.

9h às 17h | Feira de Produtos artesanais e institucionais: Socorro aos Necessitados e Lar dos Idosos do Tarumã.

9h às 17h | Feira de Artesanatos: Artistas locais com produtos artesanais.

ÁREA INTERNA (blocos)

 Dia todo

Exposição Passagens do Tempo: Uma homenagem ao amor.
Realizada pelo AmorQuidário, exposição e venda de Orquídeas.

Homenagens ao som de violino.
Inscrições limitadas. Garanta sua participação antecipadamente pelo WhatsApp (41) 99199-9535 . Ou clicando aqui.

JARDIM DAS MEMÓRIAS

 Dia todo
Oficina de Pulseiras personalizadas

Mini-álbum | Ação para clientes


 CONVITE ESPECIAL  

 Dias 1º (sábado) às 18h30 e 2 (domingo) às 19h | Tributo Atemporal.

Neste Dia de Finados, convidamos você a fazer parte de um momento único e emocionante.

No silêncio suave do entardecer, quando a luz se mistura às memórias, o jardim do Cemitério Vertical se transformará em um espaço de acolhimento e reflexão. Sob a delicadeza das luzes que brilham como estrelas próximas, e o som que acaricia a alma, convidamos você e sua família a participar do Tributo Atemporal, uma homenagem que ultrapassa os limites do tempo.

Será um momento de recordação e afeto, cantando sobre a força do tempo e das lembranças que nunca se apagam.

Um convite para que cada coração encontre abrigo na certeza de que a vida, ainda que transformada, segue pulsando na eternidade das lembranças.

 Garanta sua participação antecipadamente pelo WhatsApp (41) 99199-9535 . Ou clicando aqui.

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Marcas de Nossa História

A história do Cemitério Vertical de Curitiba é marcada por inovação, respeito e pelo sonho de um homem que ousou pensar diferente — e transformou, com sua visão, a vida de milhares de pessoas.

Celebrando os 35 anos do Vertical, esta publicação dá início a uma série especial dedicada a contar os marcos dessa trajetória e relembrar a figura de seu fundador, Nelson Fernandes — um empreendedor visionário, movido pela coragem e pela sensibilidade de enxergar o futuro em meio ao que, para muitos, era um tema evitado: a morte.

Muito antes de idealizar o Cemitério Vertical, Nelson Fernandes já demonstrava espírito de liderança e compromisso com a comunidade. Na década de 1950, foi responsável pela construção de um hospital e de um clube recreativo, sempre guiado pelo desejo de contribuir de forma concreta com a sociedade.

“Decidi construir um cemitério inovador.” Nelson Fernandes

Vertical nasceu da mente de um homem à frente do seu tempo. Mais do que um espaço de despedida, tornou-se símbolo de acolhimento, dignidade e cuidado. Hoje, oferece serviços de assistência funeral, sepultamento e cremação com excelência, transformando a forma como os curitibanos — e brasileiros de outras regiões — lidam com o planejamento funerário.

Ao idealizar o Cemitério Vertical, Nelson Fernandes ousou em diversos aspectos: desde o projeto arquitetônico em formato de estrela, passando por serviços inovadores e estratégias comerciais criativas, até a responsabilidade com o meio ambiente — um tema ainda pouco discutido nas décadas de 1980 e 1990.

Com mais de 460 mil clientes ativos, o Cemitério Vertical é hoje uma das maiores e mais respeitadas necrópoles da América Latina, além de ser o cemitério que mais realiza sepultamentos no Paraná.

Nelson Fernandes não apenas construiu um cemitério: ele estabeleceu um novo conceito no setor cemiterial, humanizando a experiência e tornando-a mais acessível, digna e respeitosa para todos.

Alguns sonhos vão além do desejo individual e se tornam legados. Outros se transformam em verdadeiros marcos de transformação social.
O Cemitério Vertical de Curitiba é a realização de todos esses sonhos reunidos — um projeto que segue em constante evolução.

Essa trajetória só foi possível graças à confiança das famílias que estiveram ao nosso lado desde o início, ao comprometimento dos colaboradores que ajudaram a construir essa história e àqueles que, até hoje, continuam confiando a nós o cuidado com seus entes queridos.

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